segunda-feira, 3 de novembro de 2008

BNP Paribas Master Series Paris Bercy

Um espectáculo de abertura à altura do torneio
Hoje foi dia de ténis....a final do torneio Master Series de Paris que decorreu no Palais de Omnisports de Bercy. A final foi entre o argentino David Nalbandian e o francês Jo-Wilfried Tsonga.
Os finalistas
O pavilhão é realmente impressionante, quer pela qualidade do equipamento instalado quer pela visibilidade que proporciona a todos os espectadores.
O aquecimento
A final foi animada e os franceses fartaram-se de puxar pelo Tsonga. Na minha opinião Nalbandian é muito mais jogador que o Tsonga. Mais uma vez assisti a uma partida onde a força física acabou por dominar a graça e o estilo. David Nalbandian é senhor jogador, de nível técnico impressionante e que muitas vezes deixou todos de boca aberta. Contudo, nada pode fazer contra um Tsonga que fez 25 ases. Não gosto...não gosto dos jogadores que não buscam o jogo...com serviços "canhão" e que subjugam o adversário pela força. Mas pronto...um justo vencedor...e os franceses ficaram delirantes.
A entrega do troféu
O resto do fim de semana foi repartido entre choque hemorrágico, chá earl grey e desfrutar de música nas minhas novas colunas logitech....para além de ainda estar a ressacar da ida a uma das maiores lojas de guitarras e baixos aqui de Paris, a Total Musique, e ficar completamente embevecido por baixos fretless....O Pastorius tinha razão...fretless é O baixo....


Em termos de música, muito do fim de semana foi a lembrar Pedro Abrunhosa e os Bandemónio (especialmente o álbum Viagens) e a ouvir o brilhante Corações de Atum dos Irmãos Catita

4 comentários:

Anónimo disse...

e estudo.. nada?
é só actividades extra-curriculares...

j.S. disse...

Não tantas como as tuas pelos vistos:P:P:P:P

Anónimo disse...

Alguém que compreende o meu amor pelos COrações de Atum!!!! Wheeeeeeeeeeaaaaaaaaa!

j.S. disse...

(Milu wherever you are,
only only you, only you ...are!)

Quanto mais quero ocultar,
que te quero com fervor
mais se vê no meu olhar
que só vivo por amor...de ti.

Não precisas de dizer
O que há mto descobri
Pois tenho olhos para ver
E eu já vi

Sendo assim de mim tem dó,
que ser só é triste e cru.

Tu não vives nem és só
tens os patos e os perús
e o cão.

Na gaiola do meu lar
faltas tu meu anjo azul.

Uma gaiola é uma prisão
e eu gosto de ar e luz.

Mas ninguém vive só do ar,
nem da luz divino dom.
Eu não é pra me gabar
mas não sou feio e sou um bom...rapaz.

És melhor do que ninguém
e bonito não serás,
mas por mim sei muito bem
do que és capaz.




A bela poesia vieiriana enche corações (de atum pelo menos:P)

Vieira para Presidente;)